Roveda, hoje com 32 anos, conta que desenvolveu seu primeiro sistema de gestão há mais de seis anos, mas não teve sucesso com ele.
A ideia só decolou em 2011, quando ele e seus sócios foram selecionados pela aceleradora 500 Startups para desenvolver a empresa nos Estados Unidos.
Eles passaram quatro meses absorvendo a cultura de empreendedorismo americana. Foi um impulso decisivo para o nascimento da ContaAzul.
“Os americanos trabalham muito no design dos produtos, um aspecto que não é valorizado no Brasil. E eles pensam o tempo todo em métricas”, conta Roveda.
Ele e os outros fundadores visitaram empresas como a Evernote e a Zappos, e contaram com a ajuda da rede de mentores da 500 Startups. Repensaram seu projeto e conseguiram capital de investidores para implementá-lo.
A ContaAzul, trabalha, agora, num aplicativo para contadores. Em geral, pequenas empresas terceirizam a contabilidade.
“Há muito trabalho duplicado. Certos dados são digitados duas vezes, primeiro na empresa e depois no escritório de contabilidade. Queremos oferecer uma solução que evite isso”, diz Roveda.
“A ideia é que o sistema receba dados diretamente do banco. E queremos agregar inteligência à contabilidade”, prossegue ele. Em outros países, empresas como a neozelandesa Xero e a americana Intuit já fornecem soluções desse tipo.
“Essas empresas não atuam no Brasil por causa da complexidade da nossa estrutura fiscal e das nossas leis. É uma barreira de entrada para eles”, afirma Roveda.
Fonte : Assessoria de Imprensa ContaAzul






