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O ERP já entendeu: serviço financeiro é receita, não custo

Como o ERP Summit 2026 confirmou que conta embarcada deixou de ser tendência e virou estratégia de crescimento para empresas de tecnologia de gestão

Redação Portal ERP
25 de mai. de 2026
T|Fonte:18px
4 min de leitura
O ERP já entendeu: serviço financeiro é receita, não custo

Mais de 10 mil profissionais passaram pela Cidade do Software nos dias 17 e 18 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo. A 8ª edição do ERP Summit Brasil — maior evento de software e gestão da América Latina — bateu recorde de público, superando os 7.300 participantes de 2025, e trouxe um recado claro: o mercado de software de gestão está pronto para monetizar o fluxo financeiro dos seus clientes.

O sinal estava em todos os corredores

Quem circulou pelo evento percebeu algo diferente este ano. Dezenas de empresas de tecnologia financeira e infraestrutura de pagamentos marcaram presença entre os expositores — um volume inédito para um evento historicamente dominado por ERPs, clouds e consultorias.

Não estavam ali por acaso: estavam respondendo a uma demanda que os próprios ERPs criaram.

O tema "ERP Banking" ganhou palco dedicado e painéis reunindo executivos de plataformas de infraestrutura financeira, principais bancos do país e empresas especializadas em meios de pagamento — todos discutindo a mesma tese: o ERP é o lugar natural para o dinheiro acontecer.

Mais de cem conversas que contam a mesma história

Nos dois dias de evento, nosso time teve mais de uma centena de conversas com ERPs, empresas de tecnologia de gestão, BPOs financeiros e revendas.

O padrão se repetia: empresas que já entenderam o valor de oferecer conta digital, Pix, boleto e pagamentos dentro do sistema — mas que ainda esbarram na complexidade regulatória, no custo de desenvolvimento e na manutenção de integrações bancárias.

As perguntas mais frequentes:

  • “Quanto tempo meu time de produto ainda gasta mantendo CNAB e integrações bancárias?”

  • “Como ofereço conta e Pix sem precisar de uma licença financeira?”

  • “Dá pra monetizar isso sem investir em licença regulatória?”

A boa notícia: o mercado já tem resposta para as três.

O que muda quando o ERP tem uma conta embarcada

Quando um sistema de gestão passa a oferecer serviços financeiros integrados — conta digital, cobranças via Pix e boleto, pagamentos, conciliação automática — o impacto vai muito além de uma funcionalidade a mais. A operação inteira muda de patamar.

O custo para servir cai. Sem CNAB, sem rotinas manuais de conciliação, sem variações de formato entre bancos. O financeiro do cliente do ERP roda dentro do próprio sistema, com status em tempo real e comprovantes por transação. Menos chamados, menos retrabalho.

A implantação acelera. O onboarding de novos clientes deixa de depender de convênios bancários e passa a ser feito por API. O que antes levava semanas, leva dias. O ERP entrega valor mais rápido — e começa a faturar mais cedo.

Uma nova linha de receita aparece. Cada Pix, cada boleto liquidado, cada pagamento processado gera receita para o ERP. A base de clientes que já existe passa a monetizar de uma forma que não existia antes — sem esforço comercial adicional.

O cliente fica. Quando o financeiro está embarcado no sistema de gestão, trocar de ERP vira trocar de banco. A retenção sobe, o ticket médio sobe, o valor da empresa sobe.

Isso não é teoria. ERPs que já operam com conta embarcada estão vendo resultados concretos em segmentos tão diferentes quanto gestão condominial, PMEs e BPOs financeiros — cada um com seu modelo, mas todos com o mesmo ganho: transformar o sistema de gestão em uma plataforma de receita.

De tendência a estratégia: o momento é agora

O ERP Summit 2026 mostrou que embedded finance não é mais pauta de inovação — é pauta de sobrevivência competitiva.

ERPs que não oferecem serviços financeiros integrados estão deixando receita na mesa e perdendo relevância frente a concorrentes que já deram esse passo.

O mercado amadureceu. A regulação está mais clara. A infraestrutura existe. O que falta, para muitos, é a decisão de começar.

Sobre o Fits

Mais de 1 milhão de empresas têm acesso aos serviços financeiros do Fits através de ERPs dos mais diversos segmentos conectados à plataforma. Com tecnologia nativa em nuvem, integração direta ao SPB e regulatório próprio, o Fits permite que ERPs e empresas de tecnologia de gestão ofereçam conta digital, cobranças, pagamentos e conciliação dentro do seu sistema — sem precisar operar como instituição financeira.

Se o seu ERP quer dar esse passo, fale com a gente.

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Redação Portal ERP

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